Sinto-me só.
Perdida na escuridão do meu eu.
E essa bendita luz no fim do tuneo que não aparece,
para consolar-le, dar-me um carinho que não seja em vão.
Um carinho que não seja mendigado, esmigalhado, ou com segundas intenções.
Desamparada...
... Apagada, e como me sinto.
Os poucos que ousam chamar-me de 'amiga' ,
não são o suficiente para ajudar-me.
O passado não passa, o futuro está tão escuro que não me acho nele.
Desesperada...
... ao ponto de não conseguir conversar, ou até mesmo abraçar para aliviar-me
Talvez eu aprenda a amar. (mais a mim)
Quiça, sonha...
A paixão se esvaiu .
Distraiu, desiludiu.
E ainda me magoa...
Tudo parece que estagnou.
E sinto-me só,
Calada, sedada, SOZINHA!
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